Noruega – Viagem – Luster – Dia 11

Partimos do Hotel Blatind quase ao meio dia. Estava um dia lindo e quente. Dirigimo-nos para o Jostedalsbreen National Park para visitarmos o Glaciar .

Ver: https://mytagide.blog/noruega—viagem—luster—dia-11/

Noruega – Viagem- Parque Nacional de Rondane – Dia 5

Após estas três noites em Oslo, chegou a hora de partir para atravessar estas terras de Ragnar, Thor e Odin que as abençoaram certamente e por isso são tão belas.

Ver: https://mytagide.blog/noruega-viagem-parque-nacional-de-rondane-dia-5/

O País das Fadas 1

A Boémia foi, para mim, sempre um reino de príncipes e princesas. Mais tarde, conforme o conhecimento ia crescendo, de lindos cristais e cerveja.

No entanto o que prevaleceu foram os príncipes e princesas, talvez fruto das inúmeras histórias que li em pequena.

Até que conheci o meu príncipe.

E finalmente viajei pelas terras da Bohemia.

O ano passado visitamos Národní Park České Švýcarsko, em checo. Em português Parque Nacional da Boémia Suiça que fica a Noroeste de Praga, as uns 200 e poucos km.

Chama-se Boémia Suiça porque, contaram-me uns, no passado iam à Suiça buscar madeireiros para cortar as árvores e estas gentes acabaram por criar uma comunidade.

Chama-se assim, contaram-me outros, porque uns artistas suíços do século XVIII acharam esta região, da República Checa, muito parecida com a Suíça.

Para mim é o País das Fadas.

As casas de madeira! Só existiam, até então, nos contos que eu lia em pequena, como já disse.

A paisagem! A comida e as gentes ultra simpáticas que é, por agora, uma raridade entre as gentes checas.

Este Parque é totalmente coberto por florestas, mas são as formações geológicas as principais atrações do Parque , seguidas pela diversidade de animais e plantas. Uma natureza deslumbrante, canyons, torres gigantescas de arenito, riachos e miradouros. Isso sem falar nas vilas encantadas como Hřensko nas margens do rio Elba.


 Pravčická Brána  – o maior arco de arenito da Europa, Já foi cenário do filme Crónicas de Nárnia
 Pravčická Brána  – Em 1981 o Príncipe
Edmund of Clary-Aldringen construíu o hotel
Sokolí hnízdo (o ninho do falcão)

Como sempre, através do Booking.com, encontrámos Garden Hotel Mezná, no meio da floresta. Preços acessíveis e muito bem localizado e partir daí, a pé, barco de autocarro explorámos o Parque.

Jantámos na Penzion na vyhlídce, onde se podia dormir também, como o nome indica. Comida excelente e pessoal super simpático

As viagens aos Parques Nacionais nos USA. 2011 Bryce Canyon

Deixámos o Grand Canyon e começámos a subir a caminho de Bryce Canyon no Utah.

Quando estive na Turquia, visitei a Capadocia e fiquei maravilhada com as famosas chaminés das fadas.

Voltei a encontrar-me com estas formações rochosas em Bryce Canyon, que aqui tem o nome de Hoodoo. No fundo não é um Canyon, mas sim um monumental anfiteatro, no qual a erosão foi esculpindo formas fantásticas.

À noite não perder  a Via Láctea (milky way). Baixa poluição e a distância das grandes cidades, faz com que ar seja muito límpido e permite ver em grande esta esta Via.

Mais informação em https://www.nps.gov/index.htm

Como já tenho referido quando visitamos os USA e andamos de Parque em Parque, tentamos ficar o mais perto possível da natureza. Para isso, nada melhor do que os Parques de Campismo KOA  . Nós ficamos sempre nos Bungalows que eles chamam Cabins.

Foi o que aconteceu, ficámos muito perto da entrada principal do Parque. Ficámos duas noites, mas a segunda noite tivemos que ficar em tenda, que nos acompanha sempre, just in case, porque só tinham uma noite disponível na Cabin. Acontece. Mas foi bom na mesma!

 

As minhas viagens aos Parques Nacionais nos USA. 2011 Grand Canyon

Neste périplo pelos USA, atravessámos a Nação Navajo que me tocou bastante, na realidade. É uma área tão inóspita, quente e desértica. Foi este pedaço de terra que deram aos índios desta tribo. No entanto cruzámos-nos várias vezes com pequenos oásis. Tirando proveito de cursos de água conseguiram, em alguns vales, plantar árvores de fruto, milho, muito milho e outras culturas. É interessantíssimo ver de repente entre as terras áridas, um verde vibrante.

Têm também exploração de petróleo .

Mas para o comum do Norte Americano, foi o que ouvimos de volta a Valparaíso, os índios são preguiçosos e só gostam de beber.

Não é agradável ouvir isto, depois de sabermos o que se passou com os índios, as terras (reservas) em que têm de viver e o que têm de enfrentar.

Saímos de Monumento Valley diretos a Tuba City em plena Nação Navajo e ficámos duas noites num Motel.

E subimos e descemos as trilhas do Grand Canyon. Sentimos o silêncio dos canyon, quando os turistas deixavam. E vimos esquilos e o pôr do sol, mas não chegámos a descer até ao rio Colorado. Porque temos este péssimo hábito de começar sempre tarde as nossas excursões.

Uma vez disseram-me que uma das coisas que devemos fazer nesta vida é visitar o Grand Canyon. Já lá estive!