Escaroupim – Escapadelas

A cerca de 7 Km de Salvaterra de Magos e a  cerca de 70 km de Lisboa situa-se a aldeia de Escaroupim.

Escaroupim é uma típica aldeia piscatória, formada em meados dos anos 30. Alves Redol chamou “nómadas do rio” a estas famílias que durante os meses de inverno se deslocavam de Vieira de Leiria para o rio Tejo, para as campanhas de pesca de inverno, regressando no verão à sua terra natal, para pescar no mar.

Os passeios de barco são encantadores, e para quem gosta de observar aves é uma boa opção.

Os Mouchões do Tejo são um local ótimo para observação destas criaturas. A ilha das Graças um santuário de penas!

Em Escaroupim temos o museu numa antiga escola primária. Um exemplo de como se pode aproveitar estas edificações e dignificar estas pequenas povoações dando-lhes a importância que merecem.

E depois temos o restaurante com o mesmo nome da terra. Só experimentando!

Evoa – Escapadelas


O Espaço de Visitação e Observação de Aves – Evoa – na lezíria do estuário do Tejo é um paraíso para os amantes de aves e fotografia.

A entrada não é barata, mas vale a pena de vez em quando passar por lá.

É uma das 10 zonas húmidas mais importantes da Europa por onde passam as aves aquáticas migradoras.

Estive lá com os meus sobrinhos e viemos encantados com tudo. Mas é preciso muita paciência para esperar pelo melhores momento para fotografar nos abrigos próprios para observação.IMG_5601

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Petinha-dos -Prados
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Garça-real-comum
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Garça vermelha

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Águia sapaeira

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Montemor-o-Novo – Escapadelas

Mais uma escapadela. Ir a Montemor almoçar e ver um pouco do Alentejo que nesta altura está verde e cheio de florzinhas que lhe dão uns matizes lindos.

1 de Maio não é a melhor altura para se ir ao Alentejo. Está tudo fechado. Dia do trabalhador! Mas descobrimos um restaurante aberto. Fica por cima das piscinas Municipais e chama-se A6.  Comida muito boa! Migas de espargos e naco de vitela grelhado. Vale a pena.

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A6 para além do nome do restaurante é a autoestrada que nos leva a Espanha, passando por Évora e primeiro Montemor-o-Novo. Fica tão perto de Lisboa!

As minhas viagens aos Parques Nacionais nos USA. 2011 Arches.

E chegámos ao National Park of Arches, no Utah!

Deserto, calor, muito calor. Acho que parte do meu cérebro cozeu lá. A outra parte cozeu, anos depois, em Death Valley, mas isso é para mais tarde.

Já referi aqui que temos o péssimo hábito, eu e o meu marido, de começarmos as nossas excursões tarde. Começar uma vista a este Parque ao meio-dia, é de doidos! Conselho: Não o façam! Mas acabámos por sobreviver e estar aqui a contar a história.

Lembro que nestes confins do mundo americano não havia rede no telemóvel! Imaginem! Mas é verdade.

Já de volta para Chicago, num ponto mais alto, ainda no Utah, lá conseguimos rede e eu telefonei para Portugal, para falar com o meu irmão que estava desesperado sem notícias minhas.

Ficámos num Motel em Moab e foi nesta cidade que comi bife de búfalo pela primeira vez. É delicioso. Provem se tiverem essa oportunidade.

Também comemos uns gelados maravilhosos, debaixo de um calor assolador.

Mas ver estas esculturas naturais no meio do deserto é fascinante. Os Norte Americanos chamam a este parque “the red-rock wonderland”

https://www.nps.gov/arch/index.htm

 

 

 

As viagens aos Parques Nacionais nos USA. 2011 Bryce Canyon

Deixámos o Grand Canyon e começámos a subir a caminho de Bryce Canyon no Utah.

Quando estive na Turquia, visitei a Capadocia e fiquei maravilhada com as famosas chaminés das fadas.

Voltei a encontrar-me com estas formações rochosas em Bryce Canyon, que aqui tem o nome de Hoodoo. No fundo não é um Canyon, mas sim um monumental anfiteatro, no qual a erosão foi esculpindo formas fantásticas.

À noite não perder  a Via Láctea (milky way). Baixa poluição e a distância das grandes cidades, faz com que ar seja muito límpido e permite ver em grande esta esta Via.

Mais informação em https://www.nps.gov/index.htm

Como já tenho referido quando visitamos os USA e andamos de Parque em Parque, tentamos ficar o mais perto possível da natureza. Para isso, nada melhor do que os Parques de Campismo KOA  . Nós ficamos sempre nos Bungalows que eles chamam Cabins.

Foi o que aconteceu, ficámos muito perto da entrada principal do Parque. Ficámos duas noites, mas a segunda noite tivemos que ficar em tenda, que nos acompanha sempre, just in case, porque só tinham uma noite disponível na Cabin. Acontece. Mas foi bom na mesma!