Escapadelas – Paris –

We will always have Paris frase famosa de Humphrey Bogart (Rick)para Ingrid Bergman (IIsa), no filme Casablanca.

Não sei se teremos sempre Paris, ou se Paris está lá para sempre para nós. É uma cidade!

Já não ia a Paris há cerca de 20 anos. Com tanta coisa para  se ver e para onde se viajar , foi ficando para trás.

Houve agora essa oportunidade.

Adoro a cidade, adoro o movimento, as gentes, as luzes, os monumentos, a comida, as sobremesas….

Apesar de ser uma cidade super vigiada, vê-se militares em grupos de quatro por todo lado, com as suas metralhadoras, bem como policias, os Parisienses fazem a sua vida normalmente. Acabamos por nos lembrar da ameaça que paira sob a cidade, por vermos estes contigentes de segurança.

Foram cinco dias a passear e a sentir a cidade e a observar os museus por fora. Foi a nossa opção para os poucos dias que tínhamos. No entanto, não pudemos deixar de visitar a exposição sobre Gaugin no Grand Palais. Uma exposição única, onde temos a possibilidade de conhecer este artista, como nunca e não sei, se teremos alguma vez mais esta oportunidade. Pintor, escultor e ceramista. A exposição está patente até 22 de janeiro de 2018. A não perder!

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La Seine
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Notre-Dame
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Pont Neuf
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Les Champs Elysées
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La Concorde
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La Madeleine
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La Tour Eiffel

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Escapadelas-Páscoa 2017

É sempre bom aproveitar os dias da Páscoa para passearmos um pouco. O nosso Estado e consequentemente muitas empresas e organizações decidiram não nos dar a tarde de quinta-feira santa. Desde que trabalho, e já lá vão uns anos, lembro-me de termos sempre esta tarde. Mas desde Passos Coelho que essa tradição passou a ser considerada como um sinal de que os portugueses não queriam trabalhar. E como temos que mostrar que somos tão bons como os outros, há que acabar com as tradições. Só que os outros, países, gozam os seus feriados com a maior serenidade. Por exemplo a República Checa sempre teve a segunda-feira a seguir ao domingo de Páscoa, no ano passado o Governo decidiu dar a sexta-feira santa como noutros países da Europa. Pasme-se, este País tem só 3,4% de desemprego, bem longe dos nossos 10% (revista sábado 12 a 19 de abril). Portanto, não vejo como vamos produzir mais nesse dias e ajudar o país. Por acaso até gastamos  energia que poderia ser poupada.

Bem, resolvi o assunto  gozando férias na quinta e na segunda-feira e fui para Praga, como costume. Só que desta vez decidimos passar dois dias em Viena. Partimos sexta-feira de comboio de Praga para Viena. Comboio rápido, quatro horas de caminho, 48 euros por pessoa, ida e volta. Sem atrasos nem incómodos. Chegámos a Viena por volta das três da tarde, apanhámos o metro, mudámos de estação e em vinte minutos estávamos no centro da cidade, sem atrasos nem enganos, tudo bem indicado, a cinco minutos a pé do apartamento que alugámos através do www. booking.com. Tínhamos o dono à porta à nossa espera.

O apartamento, bem no centro da cidade, dez minutos a pé dos museus. Num prédio bem antigo, muito bem conservado, mas virado para um saguão. A nós, não nos fez diferença, porque estivemos sempre fora. Só tomámos o pequeno almoço e dormimos. À parte de estar virado para um saguão, era um excelente apartamento. As duas noites ficaram por 240 euros. Nada mal, numa cidade com um nível de vida altíssimo.

O que nos levou a Viena foi a exposição de Egon Schiele. Expressionista do  principio seculo XX, em exibição no Albertina Museum. Museu este que fica, nada mais que numa ala do palácio dos Habsburg. dinastia Esta visita foi feita no sábado. Passamos lá o dia todo. Vimos a a exposição de Egon Schiele, vimos a exposição residente dos impressionistas e vimos palácio. Saímos para almoçar no restaurante Palachutta onde fizemos uma reserva no dia anterior, para comer o tafelspitz, que no fundo é picanha cozida num caldo muito saboroso.

No sábado jantámos no restaurante Figlmuller os famosos winnershnitzel. Que são nada mais nada menos que os nossos panados, tão utilizados em piqueniques. Mas estes são deliciosos. E bebemos vinho tinto austríaco que é excelente!

Andámos, muito, muito, vistámos a Santstephen Cathedral, exlibris de Viena. É uma cidade muito bonita, aprazível, evoluída. Vale a pena!

Esta cidade foi bombardeada na Segunda Guerra Mundial e estes monumentos destruídos. Reerguidos das cinzas, como se nada se tivesse passado.

Escapadelas – Parque florestal de Monsanto, Lisboa

No dia 25 de fevereiro fui fazer uma caminhada no Parque Florestal de Monsanto, com o meu sobrinho mais novo, o Vasco. estava um dia cinzento e humido, o que ainda deu mais beleza ao passeio.  Aconselho a toda a gente a fazê-lo. Eu moro fora da cidade, mas venho todos os dias para Lisboa e passo toda a semana encafuada num escritório. Pessoas que fazem o mesmo que eu esquecem-se, ignoram  o que a cidade de melhor tem para nos dar.

Podem passear sozinhos, ou com o guia Rui, do Parque Florestal que tem maravilhosas histórias para contar e passeiem muito pela floresta. Sim, temos uma floresta na cidade!

É fantástico! Dia 25 de março vão fazer um passeio noturno no Parque. Aproveitem!

“A Serra de Monsanto é habitada desde tempos pré-históricos. Esse facto é comprovado pelas numerosas descobertas arqueológicas efetuadas na sua área, destacando-se as estações de Montes Claros e de Vila Pouca. A floresta original terá começado a ser destruída, no momento em que a cidade de Lisboa iniciou o seu desenvolvimento.”

Escapadelas no Outono – Karlovy Vary – CZ

Assim está colorida a Europa Central

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No fim de outubro fui até Praga, de quinta a domingo, é o que se consegue para matar saudades, e deparei-me com as cores do outono da Europa Central, é tão forte!

Desta vez, para além de visitar a família, não estivemos muito tempo em Praga. Fomos até Karlovy Vary, já bem perto da fronteira alemã. Chovia imenso, mas não deixou de ser uma imagem muito bonita de um sítio de encantar. É uma cidade termal fundada no século XIV por Carlos IV. Daí o nome, as Termas de Carlos. É muito famosa pelas suas termas e muito frequentada por asiáticos, russos e árabes.  Encontramos fontes por todo o lado de onde podemos tirar água e beber.

Foi aqui também que foi criado o famoso licor Becherovka que todos bebem para fazerem boa digestão, menos eu. É também berço dos famosos cristais Moser

No luxuoso GrandHotel Pupp, foi gravado o filme de 007 Casino Royal.

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e a igreja ortodoxa Russa, uma das mais importantes

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E a cidade

Califórnia 2015

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Já é a terceira vez que vamos aos Estados Unidos. Tenho a sorte dos meus cunhados viverem em Chicago.Por isso o destino é sempre esta linda cidade e daí, num BMW 740 verde que eles nos emprestam, eu e o meu marido percorremos grandes distâncias. É um privilégio viajar  desta maneira nos Estados Unidos.

Mas este ano decidimos visitar a Califórnia. É um País dentro de outro! É o Estado mais populoso dos Estados Unidos.

A Califórnia foi anexada no século XIX. Os hispânicos (maioria mexicana) compõem 30% da população. Não sei como é que o Sr. Donald Trump sobreviverá a isto!

Começamos por Los Angels. Grande cidade!

Conseguimos um voo na Iberia http://www.iberia.com, com escala em Madrid. Doze horas de voo a partir de Madrid. Boa comida, bom vinho, snacks nos intervalos, bons filmes. Nada mau.

Como voltámos a Lisboa por Chicago, o voo ficou por 1100 euros cada um, comprados através da eDreams http://www.edreams.pt com cinco meses de antecedência…

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