Veneza, a pérola do Adriático

Parece que toda a gente, neste caso turistas, convergem para Veneza. Não circulam carros, existem parques de estacionamento à entrada desta cidade, ou então deixa-se o carro fora, como no nosso caso, ficámos num Hotel em Marghera e fomos de autocarro, 15 minutos. Há também quem utilize o comboio. Resultado, encontram-se muitos turistas a puxar as suas bagagens sobre rodas. Parece que os habitantes se queixam do barulho constante do rolar das malas. Já foi anunciado que, para o ano, será cobrado cinco euros por visitante.

Eu consigo compreender o desespero dos habitantes que vêm a sua cidade invadida em massa. Já ninguém pensa no lucro que o turismo traz, mas sim no desconforto de tanta gente a circular.

Reflexões à parte, devo dizer que voltei a apaixonar-me por Veneza, já lá tinha estado nos anos 90. Tem um encanto único. Apesar de haver muitos prédios abandonados, é uma cidade linda com os canais, as pontes, os prédios com entrada pelo mar, que nos transportam para outra dimensão.

Os Canais

A Praça de S. Marcos

A Ponte de Rialto e a vista de cima da mesma

Passeio de barco no Grande Canal e vista da Praça de S. Marcos

A Ponte dos Suspiros e a entrada para um prédio (o transporte no centro de Veneza faz-se de barco)

Sunset e um Bellini na Praça de S. Marcos

Jantar num dos muitos restaurantes de Veneza. Filetes de robalo grelhado e cerveja italiana

De volta a casa, de barco, até ao terminal do bus para regressarmos ao hotel em Marghera, fomos premiados com uma lua linda!

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